As janelas que deixamos abertas, são as mesmas que hoje decidimos entrar juntos, onde nos preparávamos para tantas indagações, sabíamos o quanto era representativo e revelador, que diálogos abertos, claros, enfáticos e revelações bizarras viriam a nos fragilizar e ao mesmo tempo nos fortalecer. A mesma que denota claramente a necessidade de reparo e renovo. Janela larga e oportuna, a qual convida para uma nova paisagem que estabelece uma sensibilidade maior, pouco comum para duas pessoas dantes em visões ofuscadas. Nelas apontam o raiar do sol sob a nova ótica e suas funções encantadoras em alimentar com seu magnetismo, corpos positivamente carregados de carinho, amor e compreensão. Janelas capazes de revelar a curiosa essência que o sol e a lua liberam revezando-os harmoniosamente, a afim de, assumir seu papel de pai e mãe natureza, um aprendizado divino dentro de um paradoxo que jamais teríamos a capacidade de entendê-lo , como fortes ou frágeis se não fossemos dotados de sensibilidade.
...MÔNICA DANTAS CÂNDIDO...
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