"Nunca se deve engatinhar quando se tem o impulso de voar" Martha Medeiros

“Viva simplesmente, ame generosamente, importe-se profundamente, fale gentilmente, deixe o resto

“Viva simplesmente, ame generosamente,  importe-se profundamente,  fale gentilmente, deixe o resto
“Viva simplesmente, ame generosamente, importe-se profundamente, fale gentilmente, deixe o resto para Deus" George Carlin
"Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, porém o maior destes é o amor.”(1CO 13.13
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quinta-feira, 15 de abril de 2010

ALCANCE DA VISÃO INTERNA

A princípio aprendemos a executar tudo que nos foi passado durante nossa vida, mas percebemos com tempo que adaptações necessárias devem ser feitas, o modo de nos trabalharmos e adequarmos as transformações internas e o que nos faz agir onde antes nunca agíamos, preconceitos que adotamos internamente, não se deve advir montado em culpas, devemos ser espontâneos e bem decididos diante do prazer de se dar. O que carregamos como bateria alimentadora em nosso interior fabricado ao longo do tempo sem renovação de pensamentos e ações, nos aprisiona e prejudica impedindo o novo, tudo é lançado e pouco trabalhado ficamos desnudos com necessidade de cobertas na busca do preenchimento, ou seja, a frieza social em ritmo acelerado causa uma reação imediata frente a este mundo de muitas informações. A nova geração vem menos silenciosa, revela-se adéqua a modos e maneiras de vida radicais. A mesma que monta novas leis e atua com liberdade, um parâmetro de inteligência renovada e atuante, o eu capacitado buscando um não aos preconceitos e novos caminhos que favorecem a grande massa, com cautela chego a refletir e imaginar o quanto aceleramos e moldamos mentes para tantas informações sem deixar de ver a condição que estamos a nos isolar em poder com armas e armaduras pesadas em ódios e ações depreciativas que o egocentrismo, o egoísmo e fanatismo trás a si e aos outros, ignorando o seu meio de forma abusiva. A insatisfação criou modelos sanguinários e abruptos diante de mudanças sociais que tomam, ferem, isolam, ou seja, enclausuram. Assusta esta insatisfação. O limite é o desamor e desapego.

Estamos vivendo com mais ou menos direitos?  Os óbitos de mentes humanas transformadas em robôs, como diagnosticar?  O mal que assola, imãs que puxam para um individuo sem receio de ferir e ser ferido, sem amor a vida. Nossos lideres políticos e religiosos tentam explicar os caminhos árduos por conseqüências passadas e pouco analisadas socialmente. Caminhos estes nos levam a repensar e nosso alcance passa a ser impactante. Devemos programar melhoras por estarmos inseridos a um meio desajustado e em proporção assustadora por mentes doentes e depreciativas, precisamos nos conscientizar a crer que estamos em minoria trabalhando no embasamento de uma vida digna e favorável.
Os valores sentimentais, trabalhistas e sociais são muitas vezes ridicularizados, creio que os parâmetros de proteção e respeito devam ser analisados e revistos. Sinto que temos que criar uma proteção a ironia, ao descaramento e descaso e tudo que nos faz vitimas de um verdadeiro desamor social. Assim está nosso planeta em desagrado e pouca PAZ.
Não se brinca com sentimentos. A dor do outro nunca deve ser ignorada diante de situações que não lhe são próprias, trata-se de um ser humano e não maquina de aceitação ao mal administrado.   

Precisamos de luz, respirar um bom ar, brilho, intensidade, força, energia, deslumbre, alegria, transparência, liberdade, etc...


Precisamos descartar ou reciclar o lixo, a visão depreciativa, não se ver como sobra, aprisionado, sufocado, limitado, anulado, acomodado, etc...

Sabemos que tanto a luz como o lixo tem grande poder de persuasão, o bem ou o mal pode alimentar, o mal até pode trocar de vestimenta para atrair conforme seu gosto para dominância. Digo também que se for o caso pode fazer a luz queimar. Situação conflitante se você não tiver o poder, alcance e domínio de corpo e mente.
O ser quando domínio não se altera ao novo, se conecta e atrai apenas o necessário para seu uso o momento, filtrando e conhecendo o efeito futuro, este é o parâmetro necessário para sair da dor e do grau de dificuldade que assola, ou mesmo da quebra das amarras que limita e destrói os sonhos. Podemos usar isso como armas ou armaduras que afasta o mal, o melhor é praticar a resposta a evidenciar com ações e um raciocínio lógico programado para uma vida saudável, natural, seletiva e bem trabalhada em corpo e mente.
A má intenção é um veneno abre portas para amargura, a raiva, o desamor, a infelicidade e a incapacidade. Produz o mal deliberadamente alterando o nosso metabolismo e também dos demais, causando mal convívio, posso dizer que o que sai do nosso eu pode refletir e definir o quanto estamos parecidos e receptivos. Na medida em que devolvemos na mesma moeda, aplicamos inferioridades, isso evidencia a absorção e deliberação da má intenção que não soubemos administrar, deveríamos ter filtros ou aspiradores que sugassem a negatividade, ou seja, estas dolorosas ameaças que servem para banir o bem. Deveríamos lançar campanhas de boas intenções, afim de, banir a má intenção e higienizar nosso interior para uma suavidade e descanso espiritual. Muitos tentam se livrar nesse mundo dos excessos exteriores, olheiras, gordurinhas, estrias, rugas, etc... Se não nos alimentarmos de projetos internos sempre teremos resultados externos a serem adaptáveis, engolidos, aceitos e adequáveis para um eu depreciativo e inconformado. O eu deve ser valor primário que vejo como a auto-estima, limpo e mentalmente sadio, isto é, valorização intrínseca.
Nunca absorvi o ter algo sem que possa ser usufruído, como uma segunda sala bem decorada ou mesmo uma segunda cozinha ou qualquer ambiente mórbido, para mim abominável. Gosto de livros espalhados pela casa, de ver que crianças ali passaram, e que temos o que por no lugar, uma prática de construir sempre o não ao estático. Não gosto de limitar a criança nas descobertas que lhe são necessárias, sim o ensinar, o cuidado, pois o afastar é ameaçador ou um despertar a curiosidade impedindo-o desfrutar e explorar um ambiente bonito e limpo, este sempre atrai os que chegam e também as crianças. Tudo me parece um convite a sair  da vida real, adquirir o desnecessário, a prática do desuso, diria que, ocasiona também uma naturalidade de desapego aos bens partindo para um possuir sem utilidade, motivando a insatisfação ou o poder diante de coisas inúteis. A casa pode muitas vezes representar o sentir limpo diante de tanta sujeira. O grau de perfeição que buscamos dentro de tantas imperfeições, os valores internos perdendo espaço para valores comerciais ao ponto de nos influenciar e nos adequar a uma vida cibernética, verdadeiros robôs impecáveis em precisão e perfeição.
Diante deste pensamento deve valer uma vontade, um meio de mudança ao que estamos inseridos e sobrepostos a uma realidade pouco educativa, pois o eu de cada um tem uma visão interna que deve ser revista e respeitada.
Na vida o ser humano nunca se conforma com o que tem sempre busca algo mais, normal diante da realidade sócio-econômica que estamos, sempre tendemos ao mais que se torna compulsivo e doente. Caberia no mundo exemplos, estamos precisando investir em respeito e algo louvável, digno de ser copiado. Valores motivados para um aprendizado dotado de melhores contextos. 
Esgotamos nossos limites de aceitação, o que nos faz amargos, insatisfeitos e frios, partimos para greves, protestos, parecem guerras de força, de intimidações, frustrações, do mal uso do respeito e direito, tudo passa a sair do parâmetro do ser normal devido a nossa incapacidade de correção e da facilidade de aplicar a lei da má fé e da má intenção. Ficamos aqui indignados e impedidos de agir, assim somos sucumbidos a viver em um mundo de alienação e má educação voluntária.

...MÔNICA DANTAS CÂNDIDO...  
              15/04/2010

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